fiz um “swap” com uma subscritora!

Quando se consegue estabelecer uma ligação única com alguém que nunca vimos, isso é sinal de que é uma época bastante curiosa para se estar vivo…
Já me aconteceu algumas vezes, maioritariamente por causa da dança, mas também, sim, por causa de maquilhagem.
Hoje trago-vos um desencaixotamento (desculpem, não aguento) de uma troca de prendas que fiz com uma subscritora do meu canal, que vive nos Estados Unidos.
Não há palavrinhas para a felicidade que sinto de cada vez que alguém vê os meus vídeos, deixa um comentário, um like. Mas hoje, este vídeo é em especial um hino à Barbara, que fez bem mais do que isso.
Espero que este vídeo vos deixe com um bocadinho mais de esperança na humanidade, à semelhança do que tenho vivido nestes 6 meses de conversa com uma pessoa do outro lado do mundo.

Cliquem para lista de produtos

o arsenal dos retoques

uma pessoa anda na fona dum lado para o outro, a saltar de estúdio em estúdio, e depois vai ali ensaiar e mais nananana… para se manter vagamente decente, a pessoa mantém uma pequena colecção de produtos (alguns bastante prosaicos) sempre à mão — seja no carro ou na mala.

e cá estão eles.

mais sobre os produtos

fiz dinheiros no YouTube, mas fui desmonetizada…

ora bem, este vídeo sai fora do calendário, mas por dois bons motivos: quero partilhar uma boa notícia e começar uma conversa…

no grande espectro das coisas, isto são só migalhas, mas na maioria dos casos, um vídeo de YouTube tem mais envolvido do que os 10 ou 15 minutos (ou, vá, 25, se forem faladores como eu) que se vêem no ecrã.

primeiro a boa notícia: ao fim de mais de 3 anos no YouTube, finalmente recebi o meu primeiro pagamento dos anúncios que passam antes dos meus vídeos! sim, estou 72€ mais rica! e como foi graças ao facto de VOCÊS aguentarem os anúncios até ao fim, quero que façam parte do processo de decisão e me digam no que devo gastar o dinheiro, portanto ponham os cérebros a carburar e deixem-me as vossas sugestões nos comentários do canal (para ficar tudo centralizado no mesmo sítio).

a segunda parte é mais séria: o meu canal não cumpre os novos requisitos do YouTube para continuar a ter anúncios. Será, portanto desmonetizado em breve.
conquistas como a de acima ficam um bocado mais longe, e não posso ir acumulando uns poucos cêntimos com os vídeos que já fiz e que vou fazer até estar de acordo com os novos critérios (vou, assim, perder rendimento com vídeos futuros, bem como alguns antigos que continuam a ter tráfego, que poderiam continuar a “pingar”).

no entanto, não é isso que me encanita mais: é o princípio da coisa. é a sensação de discriminação.
não fui afectada por aí além, mas pequenos YouTubers que tenham mais tráfego do que eu e consigam obter algum dinheiro dos anúncios, podem, se estiverem no limiar dos números, perdê-lo. entendam que os vídeos antigos vão ser desmonetizados também. se alguém tem um vídeo que estava a contribuir de forma relevante para o acumular de rendimento, vai parar de o fazer. há vídeos que são muito relevantes mas apenas por um curto período de tempo: se não estiverem monetizados quando saírem, depois já não vão render…
e isso, para quem tenha baixos rendimentos, pode ser uma razão para deixarem sequer de criar conteúdo. fazer vídeos é mais do que a ideia romântica de “basta uma telemóvel com câmara e uma janela”, requer tempo e, sim, em alguns casos como nos vídeos de beleza, algum dinheiro.

e os cêntimos que vão ser cortados aos milhares de pequenos YouTubers vão parar onde, perguntam vocês? responderam vocês muito bem: aos grandes.
não me parece uma boa “democratização da publicação” (parafraseando Matt Mullenweg).

na minha perspectiva, é simples: se tens uma visualização e o espectador quis aguentar um anúncio por TI e pelo TEU conteúdo, aquela fracção de cêntimo é TUA. pode não render tanto quanto mereces ou esperavas, mas trabalhaste para o ter.
mas isto sou eu e eu não mando no YouTube.

os meus objectivos pessoais mantêm-se: um dia conseguir ter rendimentos através do canal que paguem as despesas que tenho com ele e poder, quiçá, investir em coisas melhores — sempre para o canal. isto foi um passo atrás (ou para o lado), mas para a frente é o caminho e ainda tenho pés para andar.

posto isto, se queremos apoiar pequenos YouTubers, o que fazer?

  1. dar-lhes o nosso tempo:
    – subscrever o canal,
    – ver os vídeos até ao fim (o algoritmo está sempre à espreita),
    – dar prioridade aos pequenos sobre os grandes quando temos pouco tempo,
    – fazer binge-watching dos vídeos que estão para trás,
    – ver os vídeos mal saiam (muitos têm horário fixo de publicação, é fácil saber com o que contar);
  2. orientar uns trocos: se o canal tiver publicidade e o anúncio tiver um tamanho decente, não custa vê-lo até ao fim.
  3. estar presente: fazer comentários, deixar feedback quando é pedido, dar sugestões de conteúdo que gostavam de ver, são tudo formas de dar apoio que podem ser uma lufada de ânimo;
  4. espalhar a palavra: se gostas, partilha o amor e avisa os teus amigos de que aquele canal tem coisas que podem interessar-lhes (os mesmos problemas de pele, o mesmo gosto em maquilhagem, roupa, tipo de jogos, dicas de costura, o que for!)

os líquidos e a bagagem de cabine

se padecem do mesmo problema que eu — ter de mandar a bagagem de 3 dias para o porão porque os líquidos e a segurança —, peguem na vossa bebida preferida e saibam como dei a volta à questão sem abdicar dos meus queridos produtos que mantêm a minha cara do lado de cá do ataque de nervos.

Continue reading “os líquidos e a bagagem de cabine”

confissões de uma beauty YouTuber — tag

recebi um pedido carinhoso de uma pessoa que não conheço de lado nenhum para falar um pouco mais acerca de mim através da tag “Confessions of a Beauty YouTuber”. apesar de o título ser um bocado pretensioso, as perguntas são giras e obviamente que o problema passou a ser eu não conseguir fechar a matraca.

se me querem conhecer melhor, é pegar numa jola e carregar no play.

cleansers: Clinique vs. The Body Shop

o bálsamo de limpeza Take The Day Off da Clinique é reconhecido e recomendado por muita gente, inclusive pela minha guru de tudo-o-que-tem-a-ver-com-pele, a Caroline Hirons. eu tinha de o experimentar e compará-lo directamente com os meus favoritos de há anos, o óleo e a manteiga de limpeza da linha de Camomila da The Body Shop.

ambos os produtos são excelentes para fazer a primeira limpeza, derretem a maquilhagem, SPF e poluição da pele, deixando-a preparada para uma limpeza aprofundada com um segundo cleanser.

aqui vão as minhas postas de pescada acerca destes produtos.

 

Onde comprar:

A Clinique está em todo o lado, da Sephora ao El Corte Inglês, à Perfumes e Companhia. Convém é comparar os preços com lojas online de confiança como a Feelunique (que tem o bálsamo por menos quase 10€ do que se vende cá em algumas lojas físicas).

A The Body Shop tem lojas também espalhadas pelo país, e, sendo Portugal o Portugal que é, o site deles em PT é cocó e não tem loja online… Portanto para comprar os produtos desta marca têm mesmo de sair à rua.

 

dicas para encarar tutoriais de maquilhagem

especialmente para aqueles que têm uma relação um pouco mais distante (e saudável) com maquilhagem, que querem de vez em quando aprender umas coisitas novas, abrem o YouTube e levam com uma overdose de informação tal que querem mais é voltar para a cama, enrolar-se tipo bicho de contas e voltar a usar só batom de cieiro.

espero que este vídeo, apesar de longo, vos ajude a ultrapassar o medo de arriscar, de brincar, e também ajude a compreender melhor o que tirar de cada tutorial. vamos brincar com pinturas!

Brinquedos novos

Deitei a unha a alguns dos produtos (e ferramentas) mais elogiados nos intertubos das belezas. 

Ando a brincar com eles e já estou rendida. Gosto quando as coisas valem os louvores que tanto se lhes canta. 

Algum produto em especial sobre o qual queiram saber mais?