Amor hialurónico

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Stocking up and meeting new friends: One of the best purchases I have made this year was Hada Labo Hyaluronic lotion. It nourishes your skin with different molecular weights of hyaluronic acid, it’s a liquid just slightly viscous that you pat onto the skin after cleansing and it leaves you feeling plump and fresh. In the long run, my wrinkles are slightly less deep (even around the eyes) and my breakout-prone skin is far more balanced than it ever was. Oh, and one bottle lasts me for months. The best hyaluronic anything I’ve tried, it’s great for AM and/or PM routines, after a resurfacing mask, to combat retinol and environmental dryness, doing the #sevenskinmethod, restoring nourishment on a plane… and you only need to choose the right version for your skin and environment (light or moist for oilier/humid, premium for dry skin or very dry environment – the premium being a tad more viscous and nourishing). It suits all ages, too. Of course I wanted to dabble deeper into the HL brand and I now bought their Hyaluronic Mist (needs no introduction, does it?), and the @pyunkangyul essence toner to dig deeper on this concept. Will let you know how it goes 😉 I get all these goodies from @yesstyle #beautyreview #hadalabohyaluronic #hyaluronicacid #instabeautyreview #almost40 #beautyyoutuber #greatfinds #affordablebeauty #affordableskincare #skincare #skincareaddict #skincareover35 #hydrateyourskin #instaskincare

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Sugestão da chef

Coisas giras da Essence

a pedrada que lixou tudo

lembram-se do meu artigo sobre a Deciem e o seu fundador, Brandon Truaxe, em que eu disse que ou o homem era uma alma que conseguiu ascender vertiginosamente sem mácula ou um excelente aldrabão?

peguem nas agulhas, vamos fazer crochet…

ao que parece bastou-lhe uma semanita a fazer comunicação para mostrar os dentinhos de narcisista megalómano. virou todo o discurso para a sua pessoa, virando conversas de paz e amor numa guerra aberta irracional com os seus próprios clientes: tenho estado a assistir, de pipocas no colo, a ofensas a clientes nos comentários, a declarações em vídeo (Instagram) no mínimo assombrosas, e a textos naquela rede que tomaríamos como um comunicado, sim, invulgar e informal — quiçá excêntrico —, mas de uma decisão já tomada em privado e comunicada a quem de direito… que afinal são cartas de despedimento ou de fim de colaboração de que os colaboradores não tinham nenhum conhecimento prévio…

já vieram perguntar a Truaxe se se estava a sentir bem, dizer-lhe que provavelmente estava a ter um esgotamento nervoso, e as respostas foram ainda mais agressivas. começou a bloquear — não sem antes mandar uma boca torta — qualquer pessoa que, mesmo com o tom mais doce e preocupado, questionasse o que se estava a passar.
agora veio atacar Caroline Hirons (COMO ASSIM?!) depois de ela, num vídeo, ter dito  da forma mais educada e ponderada possível, que achava que as acções de Brandon estavam a ser algo extremadas mas que, do contacto que tinha tido com ele, nunca o sentira como uma má pessoa — o que, já agora, fez com que muita gente que estava indecisa acerca de voltar a comprar coisas da marca, decidisse dar-lhes uma segunda oportunidade. Diz ele: “(…)despite so much love that I have shown you since our beginnings, you have never loved me unconditionally (…)” say what?!

segundo Truaxe, ou só dizem bem dele (e da marca), ou vão dar banho ao cão. “I love you. The ones who love me, that is” — é sempre o sentido da mensagem que vai passando, sob várias iterações, num estranho disco riscado sobre “amor incondicional”… cheira vagamente a líder de seita religiosa, estão a ver a cena…?

agora sabe-se que, entre outras atitudes de pequeno ditador, foram despedidos vários C.E.O.s da empresa.

vá ver: eu acredito piamente que uma boa percentagem de manda-chuvas em QUALQUER indústria são todos uns otários que já se esqueceram, pelo menos, do que é a empatia e trabalhar para ganhar a vida. acredito que, na história escondida de qualquer indústria, haja relatos de abuso de poder execráveis.
Truaxe só está a fazer tudo às claras, provavelmente resultado de um distúrbio de personalidade que, adicionado à posição de poder quase absoluto em que o senhor se encontra, cria este lindo espectáculo. quase parece estar a puxar a corda só para ver até onde a consegue levar. em defesa dele, está a levar a transparência a sério.

muita gente está a saltar do barco Deciem, mas vai ser complicado encontrar alternativas a alguns dos produtos-estrela da The Ordinary e outros revolucionários da Deciem. creio que quase impossível, em termos de preços comparativos à T.O. — e espanta-me que outras marcas não estejam a lançar-se-lhes à jugular, usando os mesmos princípios. se calhar foram só espertos e ficaram a ver se ardia, ardeu, e assim não têm de cortar nas margens de lucro.

mas parece que chegou a altura de pôr a bata de nerd das cosméticas e começar a pesquisar. agh… tinha de acontecer isto com a marca que tem os retinóis eficientes e baratos?! porquê?!!?

isto parece o princípio do fim para a Deciem. mas todos nós sabemos que má publicidade é publicidade na mesma… tenho cá para mim que isto é um “to be continued”.

Uma pedrada no charco

Foto retirada do Instagram da Deciem

Para quem não acompanha, a Deciem é a empresa-mãe de marcas inovadoras viciantes como (entre muitas outras menos conhecidas) a Niod e a extremamente popular The Ordinary. Auto-intitulam-se “The abnormal beauty company” e fazem jus ao nome. Este post tinha de acontecer. E hoje é o dia.

A The Ordinary (desculpem o duplo artigo, mas não consigo) começou com uma abordagem nunca antes vista: além de estimularem a informação do consumidor em vez de impingirem produtos, terem uma perspectiva (quase demasiado) técnica dos ingredientes, e não gastarem dinheiro em marketing clássico com campanhas, modelos e patrocínios nem em embalagens cheias de apitos e luzes, os preços que praticam são incrivelmente transparentes e absurdamente acessíveis: em posts frequentes informam-nos acerca do valor dos ingredientes que usam (todos comprovadamente eficientes, mas não há cá “extracto de pestana de andorinha das montanhas dos Andes” a encarecer a coisa), de onde os arranjam e desenvolvem, de como funcionam, e do lucro que tiram dos produtos finais.

Adaptam-se constante e elasticamente a flutuações de mercado, usam o seu crescente poder de regateio para conseguir melhores fornecedores e distribuidores a preços baixos e vêm sem vergonha anunciá-lo a público — dizendo que, como mostram, é possível fazê-lo, e outros não o fazem por simples falta de visão ou, vá, ganância.

Em suma, vieram mostrar que se consegue vender um retinol bom e eficiente por menos de 10€ e fazer uma batelada de dinheiro com isso. Sem espinhas.

O outro lado da Deciem, a marca Niod, têm preços altos que justificam com grandes investimentos em investigação, ingredientes, e criação de novos conceitos de fórmulas. Quando essa tecnologia fica mais barata, começam a usá-la nas marcas-irmãs, incluindo, claro, a The Ordinary.

É de lembrar que a Deciem tem fábricas próprias.

Esta abordagem ganhou para Brandon Truaxe (fundador) e para as marcas que a empresa representa um crivo de transparência inédito nesta coisa das empresas das belezas.

Abordam os consumidores nas redes sociais, especificamente a partir do Instagram, fazendo posts-comunicados em que vão falando do que se passa.

Quando um produto esgota ou atrasa, estão lá a explicar o porquê. Quando há impedimentos legais para vender um produto por causa de ainda não ter sido aprovado num país, eles avisam. Quando conseguem um acordo mais proveitoso com um fornecedor, baixam o preço final do produto. Quando têm queixas de interacções ou alergias a um produto, anunciam o desenvolvimento de uma alternativa com outros ingredientes.

Resolveram retirar as linhas das farmácias no Reino Unido porque os ultraja o valor que cobram pela presença em prateleira, e comunicaram-no sem papas na língua.

Recentemente, a Estée Lauder entrou com algum dinheiro na companhia e vieram imediatamente explicar as condições da colaboração: não interferem em nada, financiam a expansão das infra-estruturas e abertura de lojas físicas, e recebem parte dos lucros. Não, não vão vender na China; não, não vão diluir as fórmulas; não, não se “venderam”.

Ainda mais recentemente, Brandon Truaxe veio ao Instagram dizer que, doravante, iria estar ele, pessoalmente, encarregue da comunicação da marca. Se já tinha uma abordagem hands-on, aparecendo frequentemente em vídeos ou emitindo comunicados, agora é ele a gerir a comunicação da marca (com alguma ajuda, mas ainda assim diminuta). Se alguém já trabalhou em comunicação, perceberão o salto para o vazio absolutamente doido que este passo simboliza.

Brandon está a cumprir: tem sido uma presença constante no Instagram, faz actualizações de estado de produtos, de lançamentos, de abertura de lojas, responde pessoalmente a milhares de comentários… é literalmente inacreditável.

Hoje, deu mais um passo inédito: vai deixar de ser CEO e é apenas um funcionário da empresa.

Só o tempo dirá se isto não é apenas outra forma de marketing. O que sei é que a Deciem e o Brandon Truaxe estão constantemente nas conversas em grupos de beleza do Facebook, em podcasts, em vídeos de YouTube, em artigos de revistas e blogues. Pipetas brancas e pretas em tudo o que é foto do Instagram, amigos.

Nas entrevistas que já ouvi, Brandon soa-me a um nerd workaholic excêntrico que diz que há muito dinheiro a fazer nesta indústria, mas há formas éticas de o fazer.

Eu concordo em absoluto, só nunca vi ninguém chegar ao ponto em que ele está e continuar a querer fazê-lo. Em suma, é por agora indecifrável se isto é tudo ilusão ou se este homem escapou incólume às garras da fama abrupta, dos elogios, e do dinheiro.

Tiro-lhe o chapéu pela visão estratégica. É fascinante acompanhar esta marca.

Cor de laranja

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Starting a new sort of section, called #mafaves Here are my favourite orangey-red lippies for the summer. Alone or mixed with other colours to give them a pop of vitamin C @kikomilano • Velvet Passion Matte in 309 Tulip Red • Gossamer Emotion Cream in 117 Papaya @bourjoisparis • Rouge Edition Shine in 21 Rouge Making of (discontinued) @colourpopcosmetics • Lippie Stix Matte X in Bootie • Ultra Satin Lip in Cozy @sephoraportugal • Cream Lip Stain in 10 #lipstick #favourites #favouritelipstick #orange #orangelipstick #summerlips #summercolours #kikolipstick #bourjoislipstick #colourpoplippiestix #colourpopultrasatin #lippiestix #ultrasatinlips #sephoracollection #creamlipstain

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que trazes na mala?

a culpa é da Andreia. acha que a minha mala feita à mão com tecido de toalha de mesa do IKEA e as minhas corriqueiras tralhas de mala de gaja que trabalha para comer e tem uma vida sem glamour são de tão extremo interesse para a humanidade que me convenceu a fazer um vídeo sobre isso…

processem-na…

se quiserem um vídeo sobre como refresco a maquilhagem ao fim de um longo dia ou a passo de dia para noite só com o que trago na bolsa que tenho na mala, avisem!

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The Body Shop Moisture Protect Emulsion SPF 30

Produtos novos

Ansiosa por lhes deitar as unhas. As expectativas estão em alta eheh

Skin Life Chiado

“A sentir a carteira mirrar” . Foto de Sara Guia de Abreu

Não é fácil, no mundo das Sephoras e Perfumes & Companhia, encontrar pequenas lojas com marcas interessantes que não tenham aquela onda anos 90 da perfumaria atulhada de expositores onde as nossas mães iam (em podendo) comprar o batom e o perfume para o ano, forrada a espelhos com prateleiras e impossibilitando uma exploração sossegada. O conceito de lojinha de luxo também me dá arrepios — começo logo a pensar no pessoal com a arrogância da Sephora do Chiado (a sério, fazem castings para escolher quem faz a estereotipização mais rápida com base na roupa, revira os olhos com mais ar de enjoado, e açambarca amostras que deviam dar aos clientes para aquela loja específica? Filhotes, é só uma Sephora portuguesa bem localizada), e nos preços exorbitantes da Loja das Meias. 

Gosto de explorar novas lojas e venho relatar-vos a minha mais recente experiência. Há-de haver quem já tenha feito entrevistas aos donos e tenha fotografias todas pimp, e tenha recebido tratamentos ou produtos de borla para experimentar, mas eu prefiro falar da experiência de utilizadora comum, anónima, a quem não são dados quaisquer privilégios só porque tem um blog ou é famoso. 

Já passei muitas vezes à porta da Skin Life, já visitei muitas vezes o site deles, mas nunca cheguei a entrar. 

Achava sempre que não ia gostar da onda “sou do Chiado, tenho marcas exclusivas, portanto sou importante e melhor do que tu”. Sim, sou vítima, mas também culpada de preconceito. 

Um dia deu-me a louca e entrei. 

A loja é pequena, mas é arejada. É a melhor forma de explicar. A decoração é impecável, há espaço para circular, a quantidade de produtos não se torna numa nuvem de ruído visual, a variedade de marcas que não se encontram cá em loja é muito interessante — há velas, produtos de corpo, de pele, e maquilhagem. Também fazem makeovers e tratamentos de pele, por marcação. 

A iluminação é muito bonita, só não diria que é perfeita para testar cores de base. No entanto, têm um canto com um espelho iluminado onde, presumo, também fazem makeovers a pedido. E é só sair para ter luz natural. 

Os empregados são muito simpáticos MAS não perseguem a pessoa. E aí conquistaram-me. Fui cumprimentada com um “boa tarde” educado mas sem o scan cima-baixo-deixa-ver-se-tens-ar-de-pobre. Ou, se o fizeram, esperaram que eu estivesse distraída, o que é porreiro. 

Eu não estava vestida “à Chiado” — nem naquele dia nem sem ser para fazer alguma personagem —, e isso não devia importar, mas todos sabemos que é um factor importante lá na cabeça de alguns empregados de algumas lojas. Também não estava maquilhada por aí além. Mas não me senti julgada. 

Estava uma figura pública na loja — nitidamente cliente regular — e a conversa era muito casual e divertida sem ser reverente, mas quando me dirigiram a palavra não me senti mais nem menos do que a dita pessoa. E isso é bom, somos todos pessoas. 

Depois de me dizerem que, se precisasse de ajuda, era só chamar, deixaram-me em paz a explorar a loja sem me tentarem contar a história da cosmética a cada produto em que pegasse. OBRIGADA. 

Presumir que sabem o que a pessoa quer, que sabem mais sobre certos produtos do que quem entrou na loja, ou que venderão mais se andarem a perseguir o cliente são coisas que me incomodam de sobremaneira. A cena de entrar para comprar um corrector de olheiras e enfiarem-me 5 sombras, 3 pincéis e 4 bases no cesto não funciona comigo e normalmente saio sem comprar nada. Ou, se estou com tempo, começo a falar com a pessoa de ingredientes, tipos de aplicação e marcas que não há em Portugal e começo a ver a alma da pessoa a mirrar. Pode soar snob, mas funciona quando nos acossam. 

Experimentei uns testers e deambulei calmamente pela loja. Quando finalmente cedi à minha própria impulsividade, a senhora a quem pedi o produto foi buscá-lo diligentemente e perguntou simplesmente se eu já conhecia ou se precisava de ajuda para a aplicação. Prestável mas sem peneiras. Cinco estrelas. Tenho a certeza de que se tivesse alguma dúvida tinha efectivamente conseguido o esclarecimento de que precisava. 

Os preços, comparativamente com lojas online onde compro deste tipo de marcas com frequência, são um pouco mais altos — o normal para produtos importados, especialmente se exclusivos dum só espaço. Nada como comparar preços e entender se o imediatismo de sair da loja já com o produto vale a pena. Há quem não goste de esperar por encomendas, e quem não confie na internet. 

Há testers de tudo e os preços estão expostos. Discretamente, mas estão lá. 

Também têm loja online — o site em mobile precisa de ajustes, mas tudo é consultável. 

No geral, fiquei muito bem impressionada com a loja e com a experiência simples de a explorar. 

Aconselho uma ida à Skin Life, nem que seja para lavar a alma de preconceitos e encher os olhos com coisas bonitas. 

Skin Life . Rua Paiva de Andrade, 4–4A, Chiado, Lisboa