Shiseido Synchro Skin – up close and poresonal

querem ver bem de perto como uma base se comporta na minha fuça? preparem-se para a imagem do horror: os meus poros em gigante… ah, valente!

tinha ouvido falar brevemente desta base num canal de Youtube, mas era um product-placement pago, e, depois daquele vídeo, a pessoa em questão não voltou a mencionar o produto. normalmente fico logo desconfiada que aquilo é só para inglês ver, mas as imagens da aplicação espicaçaram a minha curiosidade.

vai a menina à Sephora, e, como menina pobre e não patrocinada, pede uma amostra.

como digo no vídeo, já tinha gravado a minha análise desta base, mas, porque o meu computador decidiu apagar TUDO, tive de voltar a filmar, e, desta feita, calhou em dia de ginásio – que a minha pessoa agora exercita-se. (e, por isso, a escrever este post doem-me até os dedinhos).

se tinha gostado muito dela no primeiro teste, desta vez fiquei de cara à banda: aguentou-se durante mais de 8 horas, com uma aula intensiva de cardio pelo meio, em que suei tipo cascata. não se deve fazer exercício de maquilhagem posta, mas eu sou maluca.

as maiores alegações desta base são que se funde com a pele e parece que não temos nada, que se adapta às variações (produção de óleo e secura), e que não se acumula nas rugas ao longo do dia.

extremamente surpreendida, devo admitir que sim, confere, em todas as afirmações acima, e supera as expectativas (que já eram altas). a cobertura é média e não se consegue tapar borbulhas muito vermelhas só com ela, o acabamento é semi-mate com um brilho muito natural (parece mesmo aquelas peles saudáveis daquelas pessoas de quem tenho muita inveja), não se sente, não se vê, mas a pele está aperfeiçoada.
não enfatiza poros nem rugas (nem pelezinhas secas que possam aparecer), mas também não estaciona dentro deles. como podem ver com os planos demasiado próximos deste vídeo, não há uma ponta de pigmento acumulada nas minhas rugas de expressão.
é uma base elástica: mexe-se com a pele, mas não se mexe em cima da pele, mudando de sítio ou ficando pastosa.
adapta-se bastante bem a condições normais (calor, secura) – mas se estiverem na rua com 35 graus vão ficar brilhantes. o que acontece é que, quando voltam para um sítio fresco, a base vai secando com a pele sem se alterar de todo. o facto de eu ter suado desesperadamente no ginásio e a base se ter mantido na minha cara mesmo depois disso, tendo apenas desvanecido um pouco… é surreal.

não posso atestar os efeitos dos elementos de cuidado de pele que a fórmula contém, mas estarem por lá uns anti-oxidantes não pode fazer mal a ninguém – e isso é coisa que os asiáticos costumam fazer muito bem.

para quem?
pessoas com preocupações de peles mistas de humor variável, e em quem as bases decidem acumular-se nas rugas e linhas. alguém que queira pôr a base de manhã e não ter de se incomodar mais com isso o dia todo — mesmo se surgirem planos inesperados — e ainda ter alguma protecção solar. quem goste de acabamentos ultra-naturais, cobertura média.
e que tenha 45€ no bolso — se bem que serão 45€ bem gastos, ao contrário de umas e outras.
(podem aproveitar as promoções da Sephora e da Perfumes e Companhia e talvez baixar até uns 8€ ao preço)

cuidado: tem muito muito muito silicone na fórmula (apesar de, até à data deste post, ainda não ter tido nenhuma reacção, como é costume, a esta base. estou indignada).

a fazer sempre: testar a base antes de comprar. o que funciona em mim pode não funcionar em vocês.

esta base é uma multitasker do catano… estou a pensar investir… ai, a minha carteira.

 

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